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Plano de Parto!

plano de parto

Provavelmente muitas mulheres não sabem da existência dele, mas o ‘Plano de parto’ existe, e é de suma importância para quem quer um parto respeitoso. Ele é um documento em que você deixa registradas todas as suas vontades para a hora do nascimento do seu bebê.
Ele surgiu nos Estados Unidos, há mais ou menos 30 anos, como uma carta na qual a gestante escreve como prefere passar pelas diversas fases do trabalho de parto, como ela e o seu bebê devem ser tratados antes, durante e depois do nascimento. Ali estarão registrados quais procedimentos médicos a gestante aceita e quais prefere evitar. Afinal, nomes como episiotomia e enema podem não fazer parte do seu vocabulário. Continuar lendo

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Sobre ter estrias…

Desde o primeiro dia que soube da gestação eu comecei a me cuidar. Eu nem tinha barriga de grávida e já me entupia de cremes e óleos ‪#‎estavasempremelecada‬.
Eu sempre tive uma alimentação rica em frutas e verduras e sempre bebi muuuuuita água. Isso já vinha dede antes da gestação.
Durante a gravidez eu fiz hidroginástica (até enquanto aguentei o peso da pança) e trabalhei até 38 semanas. Ou seja: não fui uma gestante sedentária.

Quando já eu estava comemorando a vitória de ter passado por uma gestação sem estrias, elas apareceram, com 38 semanas e 1 dia, para ser exata. Continuar lendo

Cama compartilhada…Ou não!

 

cama compartilhada

Antes de engravidar eu ouvia muitos ‘contras’ sobre a cama compartilhada, por isso decidi que não iria faze-la.
Antes do Gael nascer o quarto dele estava completo, mas eu sabia que mesmo não aderindo à cama compartilhada eu não iria deixa-lo sozinho em seu quarto desde o  primeiro dia, então comprei um berço portátil para colocar no meu quarto, bem coladinho na minha cama.
Minha intenção era transferi-lo para o quarto dele com 3 meses, já que todas as revistas e livros que li me diziam que com essa idade ele já estaria ‘apto’ a dormir sozinho no quartinho dele.
Gael veio pra casa e de fato foi dormir no berço ao lado da minha cama, mas como ele nasceu no inverno tinha dia que era muito frio, então em um desses dias decidi coloca-lo na nossa cama. Eu adorei ter ele ali conosco, mas tivemos um pequeno probleminha: Só ele dormiu!
Foi um vira-vira a noite toda. De um lado da cama: eu, ainda com dores, cansada e sem conseguir cochilar de tanto medo de esmagar o guri. Do outro lado da cama: o marido, todo encolhido, e creio que nem respirava direito de tanto medo… de esmagar o guri! Era mais ou menos como na imagem abaixo, só que com mais espaço para o bebê rsrsrsr!!

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Sair sem o filho, por que não?

sair sem

Preciso começar esse post fazendo uma retrospectiva…

Eu já contei aqui que meus dias de puérpera não foram nada fáceis. Eu fiquei meses sem sair de casa! Eu só saía de casa para coisas extremamente necessárias: pediatra, médico e mercado. Só. Tinha dias que eu não ia nem no pátio de casa, aliás, tinha dias que eu nem abria a janela de casa, é sério gurias, eu não estou exagerando… o maridão já estava preocupado comigo.

A primeira vez que eu ‘descolei’ do Gael ele tinha 5 meses. Tive que ir à PoA fazer minha rescisão, então depois de muito pensar achei melhor não leva-lo. Andar de trem, de ônibus e esperar sabe-se Deus quanto tempo para ser atendida não seria bom nem pra mim (que ficaria uma pilha de nervos), nem pra ele, aliás, muito menos pra ele. Então minha irmã veio e ficou com ele aqui em casa.

Sabe a expressão: ‘me senti nua’. Pois é… foi assim! Me senti nua, aliás, eu me senti muito estranha… parece que estava faltando um pedaço de mim. Seria um braço? Uma mão? Uma perna? Não… estava faltando Gael.
Me senti horrível por deixa-lo, mas ao mesmo tempo eu pensei: será que não estou exagerando?  Será que essa necessidade de te-lo sempre junto é saudável? Ou melhor, até que ponto isso é saudável pra mim e pra ele?  Fiquei um tempo pensando nisso, mas depois passou.

Quando comecei a ir toda semana na empresa foi outro choque de realidade. Era necessário essa separação, eu precisava sair e deixa-lo, e isso não era opcional! A menos que eu saísse do emprego, o que não é uma opção.  Agora já estou me acostumando com a ideia, mas no inicio não foi fácil. Continuar lendo

Pare de criticar as outras Mães!

Sobre amamentar…
Eu fico super incomodada quando vejo Mães criticando outras Mães por causa de amamentação! Eu sei que cada um tem direito de expressar suas opiniões, mas algumas coisas realmente me incomodam por que algumas pessoas julgam sem conhecimento de causa, e é muito fácil julgar uma pessoa sem sentir na pele o que  ela sente, sem passar o que ela passa, sem viver as coisas que ela vive. É muito fácil julgar uma mãe que dá mamadeira para seu filho sem saber o porquê aquela criança não mama no peito.
Então, fazendo uso do meu direito de se expressar, aqui vai a minha opinião: Pare de criticar uma mãe que não conseguiu amamentar!

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