Arquivo mensal: agosto 2015

As loucuras de uma mãe esquecida!

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Depois que nos tornamos mãe muita coisa muda, e uma delas é a nossa sanidade mental: somos todas  #mãesInsanas! Cabeça de mãe é uma coisa tão louca que deve ser objeto de estudo constantemente por que gente… Como pode de uma hora pra outra as coisas mudarem assim?? Acho que é tanta coisa junto, tantos pensamentos, preocupações, afazeres, que dá uma pane no sistema mesmo e coisas que (aparentemente) são tarefas simples se tornam grandes missões e rendem boas histórias e risadas no futuro.

Hoje vou contar apenas um, de tantos outros ‘causos’ que já aconteceram e acontecem aqui em casa.

Quando eu ainda não trabalhava fora, pelo menos 2 vezes por semana eu ia para a casa da minha irmã pra passar o dia lá com ela e minha mãe.
Ela mora em outra cidade (uns 30km da minha casa), então já viram né? A cada saída pra um lugar um pouco mais distante é aquele moooooooooonte de coisa que temos que levar com filho pequeno.
Então tá, dia de sair, lá ia eu colocar a casa toda dentro do carro: carrinho, bouncer, bolsa com as roupas de Gael, bolsa com as comidas dele, notebook, minhas pastas com milhares de documentos (eu ia pra lá, mas trabalhava durante o dia enquanto ela ficava com Gael), e às vezes até roupa pra lavar eu levava (mãe não pode perder um dia de sol, né!!??).
Depois de ‘carregar o carro’ com toda a parafernália, arrumei Gael na cadeirinha, dei mais uma conferida na casa se todos os equipamentos realmente estavam desligados, se as luzes estavam apagadas, janelas fechadas, etc. Feito isso, tranquei a porta de casa, abri o portão, entrei no carro pra sair, e………………………. cadê a chave do carro gente???? Hahahahahah Sério, eu simplesmente não estava com a chave em mãos! Procura daqui, procura dali, revira toda a parafernália, as bolsas, os bancos, o chão do carro, o porta-malas, porta-luvas, e depois de estar desesperada lembrei-me de olhar dentro de casa, afinal, existia uma ‘remota’ possibilidade de eu tê-la deixado dentro de casa.  Abro a porta de casa procuro em cima da mesa, em cima do sofá, na estante, no chão… e quando estava desistindo de sair olho em direção à porta e a chave estava ali… Pendurada no chaveiro! Ou seja: eu ia sair de carro, mas nem a chave havia pego! É ou não é uma insanidade gente?? Kkk Quando me dei conta disso, comecei a rir sozinha de mim mesma, afinal, a que ponto cheguei? Rsrsrsr

Depois dessa primeira vez, em várias outras saídas aconteceu isso, mas como já estava ‘vacinada’ eu nem me dava o trabalho de procurar no carro, ia direto dentro de casa para pegar a chave no chaveiro e ela sempre estava lá (exceto uma vez que ela estava em baixo do Gael na cadeirinha do carro, ou seja: coloquei a chave na cadeira e ele em cima! affffff).
Hoje é só isso gurias, mas em breve voltarei com mais histórias tragicômicas dessa minha vida de mãe… #mãeInsana.
E vocês, querem dividir alguma?? Vamos lá… Nos conte, vamos rir um pouco 🙂

camila vidal

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Eu testei: Fralda são João (Bummis/capricho)

Estava eu ‘passeando’ na farmácia quando olhei pra essa fralda, ela me olhou, e eu pensei: vou testar! Comprei, arrumei no Gael e não é que a bunita deu conta do recado?? Além da textura ser bem boa (não é plástica ), ela é bem macia, encaixou bem no corpinho, as fitas adesivas tem um elástico que permite ajustar bem, e ela tem abas na frente (#euamo) e por ultimo e mais importante: não vasou!!! 😀
Ela é da marca da Farmácia, mas é o mesmo fabricante que faz as fraldas capricho (e é igual a do pacote roxo).
Não é uma fralda top, obviamente, mas aqui durante o dia foi bem tranquilo e cumpriu bem seu papel. Gosto de observar que durante o dia eu troco o Gael no máximo a cada 3 horas e ele não tem muito volume de xixi, logo, é mais difícil de vazar. Para bebês que fazem um volume grande de xixi não sei se seguraria tão bem.
Gostei dela, dá pra usar tranquilamente em casa, e o precinho ó👌camarada (11,90 o pacote).
Em breve testarei as outras fraldas capricho que dizem por aí que é boa 🙂

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A difícil missão de escolher o nome do filho!!

Gael

Hoje vou contar como surgiu nosso ‘Gael’.
Desde que me descobri grávida eu sabia que era um guri. Não sei porque, não sei como, mas eu sabia que dentro de mim tinha um gurizão, e sempre que os palpiteiros me diziam: ‘acho que é uma menininha’ eu largava na lata: ‘não! É um menino’!! **Se fosse menina iria ficar com a cara no chão de vergonha, por que eu sempre enchia a boca pra dizer: ELE!!

Pois bem, confirmado que realmente se tratava de um menino, fomos em busca de nomes… Nunca na vida eu imaginei que fosse tão difícil escolher o nome de um filho!!
Nossa, é uma responsabilidade enorme. Imagina que ali tem um ser humano que vai carregar o nome que tu escolheu o resto da vida dele… Gente, isso é muita responsabilidade, é uma pressão enorme!!

Bom, vocês devem ter percebido que sou meio… fora do convencional, digamos assim. Eu gosto de tudo que é diferente, e modinhas, tendências e senso comum não são pra mim. Não estou criticando quem gosta de tendências, ok? Só estou dizendo que EU não sou assim.

O maridão é meio #porraloca também (#nãoparecemaisé), então, nada mais ‘comum’ do que escolhermos um nome incomum para nosso filho.

Mas a missão era complicada, bem complicada, e a nossa lista de exigências só fazia a pressão aumentar. *Não queríamos um nome difícil, um nome que nosso filho fosse aprender a falar e escrever só ‘com quase 10 anos de idade’.
*Queríamos um nome fácil, de preferencia curto, que não desse margem para aqueles apelidos maldosos (principalmente na escola, visto que as crianças são muito criativas pra isso rsrsr);
*Não queríamos um nome comum;
*Não queríamos um nome popular;
*O nome tinha que ficar em harmonia com o sobrenome;
*Nós dois tínhamos que gostar do nome e concordar 100% que aquele era o nome escolhido. Pouca coisa, né? #sqn Continuar lendo

Para o Pai do meu filho!

Quando eu contei ao meu marido que tinha feito um blog e a FanPage  prometi a ele que quando tivesse 1000 seguidores na página faria um post especial pra ele. Não queria fazer antes porque eu queria que tivesse bastante gente para ler o que eu escreveria.
O tempo passou, cheguei a 1000 e esqueci o tal do Post. Um certo dia ele me cobrou isso, então prometi que faria quando a Page atingisse 2000 seguidores. Chegamos a 2000 e novamente esqueci do post. Entao o assunto não foi mais falado por aqui.
Com a proximidade do dia dos pais resolvi que não tinha mais como esperar, e as palavras que me faltavam para descrever esse Pai maravilhoso, teriam que surgir de alguma maneira.
Muito antes de eu me sentir mãe ele já se sentia pai… Esse desejo latente pela paternidade nunca foi segredo para ninguém!
Ele planejou e aproveitou a gravidez tanto quanto eu,  na verdade acho até que ele aproveitou mais que eu.
Ele zela pelo nosso filho tanto quanto eu, e por diversas vezes chega ser exagerado e chato de tanto cuidado que tem com Gael.
Ele que brinca, que educa, que troca fralda, que sai para passear, e que cuida sozinho do filho. Ele que enche Gael de amor e de carinho… Ele que é o típico e clássico: ‘Pai babão’!
Ele que já fez carro, capacete e escudo de papelão para brincar com o filho;
Ele que é um exemplo de bom Pai, e se muitos que ‘se dizem Pai’ fossem como ele… o mundo seria bem melhor!

Mas hoje não quero agradecer apenas por você ser um bom Pai, quero agradecer também por seres um bom marido, um companheiro, um parceiro.

No momento mais difícil das nossas vidas, que foi durante a internação do nosso filho, você sempre esteve presente, tão presente quanto eu, e enquanto eu estava vulnerável, recém operada cheia de dor e de tristeza você estava ali firme como uma rocha…  juntando minhas lágrimas enquanto as tuas também caíam, estava me dando forças enquanto também estava fraco, estava me apoiando quando também precisava de apoio.
Você que sempre me ajudou e me incentivou a amamentar nosso filho, e diante de todas as dificuldades que eu tive, o apoio para seguir em frente veio de você! Quando eu pensava em jogar tudo pro alto e desistir você  que vinha me apoiar e me fazer seguir em frente com aquelas sábias palavras: ‘calma Nana, tu precisa se acalmar pra conseguir amamentar’, ‘tu vai conseguir’…

Obrigado por me apoiar, obrigado por estar sempre ao meu lado, obrigado por ser o PAI do meu filho!
Eu não sei se você será meu marido para sempre (eu espero que sim!), mas eu sei que você sempre será o Pai do meu filho, e tenho certeza que você é o melhor Pai que Gael poderia ter… Você, Adriano L Vidal.
Te amo infinitamente.
camila vidal
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Semana Mundial da Amamentação (acesse a cartilha)

A cartilha ”Mãe que trabalha fora amamenta” foi elaborada pelo Ministério da Saúde, com apoio da Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ e oferece dicas, esclarecimentos e orientações sobre como manter o aleitamento materno mesmo depois do final da licença maternidade, que para a grande maioria das mulheres brasileiras tem duração de 4 meses ( 120 dias ) e para as funcionárias públicas 6 meses. acesse a cartilha aqui

Alguns dias antes do primeiro dia de ausência da mãe o bebê já deve entrar em contato com o acessório com o qual será alimentado, que seja o copo, a colher ou uma  xícara. Essa antecipação previne a mãe de passar pelo caos que é, na última hora, descobrir que o bebê não aceita e se adapta ao veículo escolhido, não se alimentando o suficiente quando ela não está presente.
Esvaziar as mamas durante o dia de trabalho é imprescindível para que o baque da interrupção do estímulo do bebê ao seio da mãe não diminua drasticamente a produção de leite que teria como resultado o desinteresse do bebê.

Confusão de bicos

Em geral o  bebê de 4 meses ou mais já tem condições motoras para aprender a usar um copo comum, sempre é claro acompanhado de um cuidador responsável.
O principal problema do acessório reside no que se costuma chamar de “confusão de bicos”. Assim que nasce, o bebê tem os reflexos de sugar e deglutir que lhe permitem uma pega correta do seio, que envolve o mamilo e a aréola. Numa boa pega, a língua fica por baixo (no assoalho da cavidade oral), para pressionar o osso do céu da boca, formando um movimento ritmado, como uma onda.  Assim, ele consegue ordenhar os ductos, esvaziando os seios e satisfazendo-se.

Ao ser apresentado ao bico artificial da mamadeira – e também ao das chupetas –, a criança passa a posicionar erroneamente a língua na hora de sugar o peito materno, o que pode levar ao desmame precoce. Na posição errada, o recém-nascido só abocanha o mamilo, não conseguindo esvaziar os seios, o que causa fome, choro e insatisfação ao bebê, e dor, rachaduras e tensão à mãe.

Com o bico artificial, o movimento é mais passivo: usam-se os músculos das bochechas e de abertura da mandíbula para chupar o líquido por meio do vácuo. A língua fica no fundo da boca, apenas controlando o excesso de fluxo. Com a facilidade, a criança tende a preferir a mamadeira ao seio.

Fonte (https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/cuidar/indicacao/cartilha-orienta-como-manter-o-aleitamento-materno-mesmo-trabalhando-fora-de-casa)

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