Arquivo mensal: julho 2015

Eu Testei! Produtos PomPom: Toalhas umedecidas e anti assaduras

Oi Pessoal, essa semana comprei os produtos da PomPom para testar e resolvi contar para vocês o que achei.
Apesar de ter crescido coma marca a minha volta (em função de ter sobrinhos mais novos e minha irmã e cunhada usarem), eu nunca os tinha usado em Gael nada além das fraldas PomPom (que farei resenha em outro post).
Pois bem, eu comprei o creme anti assaduras e as toalhas umedecidas (suave) e quero adiantar que amei os dois!

Eu já contei à vocês que sou muito chata para aromas, porque eu gosto de ter coisas cheirosas mas o cheiro não deve ser muito forte e deve ser agradável. Sabe aquele cheirinho do sabonete pompom.. aquele com cheirinho ‘tradicional’ de bebê? Pois é, esses produtos tem esse cheiro… gostoso e suave. Começamos com ponto positivo.

O creme anti assaduras tem uma textura ótima, é super fácil de espalhar e é muito hidratante, ah e rende horrores… um pouquinho no dedo indicador é o suficiente para tudo. Como eu sei que ele é hidratante? Por que passei na minha mão e vi que ela ficou super macia ;). Eu sempre testo as coisas antes de passar/usar no Gael, sempre! Só não testo as fraldas por que não dá, mas mesmo assim abro elas e olho bem, toco viro, reviro e desviro para verificar tudinho antes de ele usar. #ficadica
A toalhinha umedecida eu também gostei muito. Além daquele cheiro maravilhoso que comentei acima, ela não é muito molhada, mas nem muito seca (é umida na medida  certa mesmo) e a textura dela é muito boa, ela tem umas bolinhas em relevo e isso é ótimo para tirar o cocô, tipo, não fica espalhando mais, entendem? A gente passa e a toalha leva a sujeira junto rsrsrsrs.

Bom gurias, resenha bem curtinha e bem objetiva. EU gostei dos produtos: do cheiro, das texturas, e ambos cumprem muito bem seu papel e outro atrativo: o preço! O creme de 40g eu paguei R$ 13,90 e a toalhinha c/ 50un R$ 8,50. Achei super em conta se comparar com outras marcas que eu compro, e já estou pensando seriamente numa substituição 😀 .

camila vidal

 

 

 

pompom

 

creme pompom

lenço pompom

 

creme pompom2

pompom11

 

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A estranha força que move as mães.

medos

“Depois que me tornei mãe descobri que sou mais forte do que eu imaginava”

De todos os clichês que envolvem a maternidade, em minha opinião, esse é o mais verdadeiro.
Depois que o filho nasce parece que temos uma espécie de super poder. Somos fortes, somos corajosas, somos destemidas, somos valentes e enfrentamos qualquer medo por causa dos nossos filhos. Não existe nada que a gente não faça pelo bem deles.

Desde o dia que nasceu Gael veio para me mostrar que eu jamais seria a mesma depois da chegada dele. Ele já veio me mostrando que eu sou corajosa, muito corajosa. Eu enfrentei dois dos maiores medos que tenho na vida para ele vir ao mundo: anestesia e cirurgia. Medo de ficar paralítica por causa da anestesia, medo de ter alguma reação alérgica forte por causa da anestesia, medo de dar alguma complicação e eu sair daquela sala direto pra uma CTI ou pra um necrotério. Fora tudo isso, eu tinha medo do pós operatório. Mas meu filho tinha que nascer, então eu respirei fundo, pensei nele, enfrentei esses medos e fui.  Camila 1 x medo 0.

Eu enfrentei as maiores dores de toda a minha existência durante os 11 dias que ele esteve na UTI. Eu tinha dor na alma de ver meu filho doente, eu tinha dor no coração por não poder trazer meu filho embora, e eu tinha dor no corpo por causa da cirurgia.

Nesses 11 dias, todos os dias eu chorei de dor… E era tanta dor que eu nem sabia mais por que eu chorava: se era pelas dores emocionais ou pelas dores físicas.
Eu chorava porque os pontos inflamaram e estavam doloridos;
Eu chorava porque não conseguia caminhar direito e precisava caminhar;
Eu chorava porque meus seios estavam tão sensíveis que não podia nem toca-los mas mesmo assim precisava ordenhar;
Eu chorava porque eu não conseguia ficar nenhum minuto do dia sem sentir dor;
Eu chorava por que queria meu filho saudável e em casa;
Eu chorava porque queria que aquele pesadelo acabasse;
E eu chorava por que achava que não suportaria passar por tudo aquilo…
Todos os dias eu achava que não daria conta, que eu iria desabar, que eu era fraca e que eu não suportaria mais nem 1 dia daquele pesadelo. Mas todos os dias eu ficava das 07 às 23 no hospital enfrentando aquilo que eu achava que não teria forças para enfrentar.
Depois que viemos embora foram mais 23 dias de dor física, mas eu venci! Camila 1 x dor 0.

Hoje mais uma vez eu tive a prova dessa força estranha que as mulheres têm depois que se tornam mães.
Estava eu bem faceira dentro de casa quando olho para a parede e me deparo com um inseto gigante (creio que tinha uns 6/ 7cm). Não sei o que era aquilo (parecia barata mas não era), só sei que era um inseto e eu tenho horror a eles.
Eu não podia ser fraca e entrar em pânico como eu geralmente fazia antes, eu tinha que dar um jeito naquele bicho, afinal tenho um filho dentro de casa e não sei se aquilo era venenoso ou não, era melhor dar fim nele para evitar problemas.
Imediatamente levei Gael para seu quarto, peguei uma vassoura e montei uma estratégia para entrar numa luta corporal com aquele ser estranho. Primeiro trabalhei a mira, afinal, se eu errasse ele sairia correndo (ou voando… ) e eu não poderia perdê-lo de vista. Depois trabalhei a força, afinal, ele era grande (pelo menos pra mim).
Sentidos trabalhados e aguçados, era hora da luta: Mirei e acertei-o de primeira, mas era um bicho duro e várias vassouradas foram necessárias para exterminá-lo. Camila 1 x inseto 0.

Eu venci, eu matei um inseto grande e estranho! Para muitos isso pode ser uma grande besteira, uma ‘frescura’ mas pra mim foi muita coisa, porque eu sei que antes eu jamais faria isso.
Minha estratégia para lidar com insetos que eu tenho medo (que são muuuuuuitos) caso eu avistasse algum se estivesse sozinha em casa era: ficar olhando pra ele, cuidando cada passo até alguém chegar para caça-lo. Quem tem medo (medo mesmo, tipo pânico) de alguma coisa certamente irá me entender (uma vez eu fique 40 minutos de tocaia cuidando de uma centopeia até o marido chegar para mata-la #podemMejulgar #tenhomedomesmo).

Obrigado meu filho por me fazer enfrentar e vencer mais um medo na minha vida. Obrigado por me mostrar que eu sou forte e corajosa, e que além de enfrentar e superar dores que eu achava que iriam me matar agora eu consigo enfrentar insetos quase como se fosse uma entomologista ( #menosCamila).

Eu sou SÓ mais uma mãe (dentre tantas nesse mundo) que teve suas dores e seus medos enfrentados e superados. Eu sou só mais uma mãe que tem uma força incrível dentro de si que é capaz de mover o mundo pelo filho.

camila vidal

Os perigos de deixar os filhos dormirem na cadeira ou no bebê conforto (fora do carro).

Uma das técnicas mais utilizadas pelos pais para fazer as crianças pegarem no sono é levá-las para dar uma voltinha de carro. O ronco do motor, o balanço suave… Tudo parece conspirar para embalar o sono dos pequenos. Depois que a criança (finalmente) dorme, muitos apenas tiram a cadeirinha ou o bebê conforto do carro e deixam os filhos descansando ali mesmo. Você também faz isso? Pois não deveria. Um estudo publicado no The Journal of Pediatrics analisou casos de mortes infantis relacionadas a caderinhas e assentos de carro. A conclusão dos especialistas é que esses acessórios não foram projetados para que bebês e crianças durmam neles. “O grande alerta desse estudo é para que os pais não utilizem esses dispositivos dentro de casa. Mas se bem usados, no carro, eles são excelentes e podem prevenir muitos acidentes”, explica o pediatra Nelson Horigoshi, responsável pela UTI do Hospital Infantil Sabará (SP).
cadeirinha

A pesquisa analisou 47 casos de morte de crianças menores de 2 anos. Cerca de dois terços das ocorrências envolviam assentos de carro, sendo que 52% das mortes foram causadas por estrangulamento no cinto de segurança.  Apenas um dos casos, não foi ocasionado por asfixia. “Nessas cadeirinhas de carro, as crianças ficam tortinhas porque os assentos são curvos. Isso pode contribuir para um estrangulamento ou uma asfixia posicional”, explica Horigoshi. Isso acontece porque quando a criança dorme, o pescoço muda de posição – geralmente fica caído para frente ou para um dos lados. Desse modo ela pode ter uma obstrução ou acabar sendo estrangulada pelo próprio cinto. Continuar lendo

Cama compartilhada…Ou não!

 

cama compartilhada

Antes de engravidar eu ouvia muitos ‘contras’ sobre a cama compartilhada, por isso decidi que não iria faze-la.
Antes do Gael nascer o quarto dele estava completo, mas eu sabia que mesmo não aderindo à cama compartilhada eu não iria deixa-lo sozinho em seu quarto desde o  primeiro dia, então comprei um berço portátil para colocar no meu quarto, bem coladinho na minha cama.
Minha intenção era transferi-lo para o quarto dele com 3 meses, já que todas as revistas e livros que li me diziam que com essa idade ele já estaria ‘apto’ a dormir sozinho no quartinho dele.
Gael veio pra casa e de fato foi dormir no berço ao lado da minha cama, mas como ele nasceu no inverno tinha dia que era muito frio, então em um desses dias decidi coloca-lo na nossa cama. Eu adorei ter ele ali conosco, mas tivemos um pequeno probleminha: Só ele dormiu!
Foi um vira-vira a noite toda. De um lado da cama: eu, ainda com dores, cansada e sem conseguir cochilar de tanto medo de esmagar o guri. Do outro lado da cama: o marido, todo encolhido, e creio que nem respirava direito de tanto medo… de esmagar o guri! Era mais ou menos como na imagem abaixo, só que com mais espaço para o bebê rsrsrsr!!

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Por que criei um Blog?

6mesesssOi pessoal, este mês faz 6 meses que meu Blog e minha Fan Page estão no ar (com conteúdo).
Mas… por que mesmo eu criei um blog?
Hoje vou contar pra vocês a jornada que me trouxe até aqui e um pouco de como funcionam as coisas no Blog e na Page.

Quando engravidei eu já tinha muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitas amigas que já eram mamães. Não só amigas, tinha também colegas de trabalho, irmã, sobrinha, conhecidas, primas, amiga de amiga que eu conhecia,  prima da amiga da vizinha… e por aí vai.

Sabe quem dessas pessoas me alertou que tinha uma ‘mínima’ chance de alguma coisa não ser tão fácil como eu imaginava? NENHUMA. Ninguém me avisou sobre nada, em nenhum momento da minha gestação (nem minha mãe hein!).
Só rolava aqueles papinhos:
* Ah é cansativo no início, mas depois tu tira de letra!
* Ah, amamentar dói um pouquinho no começo, mas depois acostuma! iiiii… tu nem vai sentir mais ele mamando.
* A cesárea? Não dói nada! Capaz… 3 dias depois eu ‘tava’ estendendo roupa.
* Ah, o parto dói mas passa! Mas eles te deixam com fome, com sede e ainda te xingam se tu gritar (essa, talvez tenha sido a única verdade/realidade que acontece e que me falaram).
Eu não tinha internet em casa durante a gravidez e nem depois que Gael nasceu, então a minha única fonte de informação realmente eram as pessoas ao meu redor!

A bagunça começou cedo: quando eu não consegui Parir Gael e fui parar numa sala de cirurgia com todos meus medos, minhas angustias e minhas aflições junto comigo (quem quiser ler contei aqui).
Ainda na sala de recuperação começaram as minhas ‘desconfianças’ que não seria tão fácil quanto pensei, já que o Gael não quis mamar de jeito nenhum.
As desconfianças aumentaram no outro dia, quando ele não quis pegar o seio apesar de um dia inteiro de tentativas! (leia aqui)
Como assim ele não mama? jamais ouvi relatos como esses… ‘todos’ os filhos de quem conheço mamou no primeiro ou no segundo dia de vida. Elas disseram que foi doído mas elas conseguiram amamentar! O que está acontecendo comigo? Só eu não tenho esse dom maravilhoso?
Então quando recebi a noticia que Gael estava mal e precisaria ser internado na UTI imediatamente (leia aqui) eu tive certeza: isso não será nada, mas nada fácil!
Quando chegamos em casa ele não queria mamar, eu estava exausta e triste (como assim triste??), e me peguei a pensar: porquê? Por que era assim comigo? Por que ninguém me contou que algo poderia dar errado? Ou será que só estava dando errado comigo? Com as outras mães era igual no comercial de margarina?
Os dias e os meses foram passando, eu sobrevivi ao puerpério (leia aqui), e fui aprendendo com meus erros, fui me virando sozinha como podia… apenas eu e meu instinto de mãe, para criar aquela criança tão indefesa, tão pequena e tão cheia de ‘poréns’. Eu não tinha quase nada para ler e pesquisar sobre maternidade: eu não tinha Google, eu não tinha Blogs, eu não tinha revistas, eu não tinha sites… era só eu, de vez enquando um pouco da sabedoria popular da minha mãe, e uma vez por mês a ‘sabedoria’ da pediatra!
Fui aprendendo aos poucos como ser mãe, fui aprendendo a ler os sinais do meu filho, fui errando, tropeçando, ‘batendo cabeça’, e fui vendo que não era fácil mas também não era impossível. Até que as coisas foram se ajeitando.
Quando Gael tinha 4 meses eu comecei a pensar me fazer um blog, queria conversar com outras mães, queria dividir algumas coisas, queria aprender, queria ensinar… Queria contar para as outras mães as minhas experiências e poder dividir com essas mães os perrengues que passei, por que se eu pudesse ajudar ao menos 1 pessoa com minhas experiencias, eu já estaria feliz.

Quando Gael tinha 6 meses eu consegui adquirir uma internet (até então eu não tinha porque onde moro o sinal é beeeem precário). Fiz o Blog e fiz uma Page no facebook, porém o Gael teve um pico de crescimento TER-RÍ-VEL com 6 meses (vou fazer um post disso). Na verdade a ‘crise’ começou quando ele tinha 5 meses e meio e foi até quase 7 meses dele! Nesse período ele me sugou a vida de uma maneira que eu não conseguia fazer nada além de atende-lo. Então os meus ‘projetos virtuais’ ficaram de lado.
Em Dezembro coloquei uma meta: fazer o Blog funcionar no inicio do próximo ano!
Chegou Janeiro e comecei a movimentar a Page do Facebook. Mas ao mesmo tempo eu disse: não! isso não é pra mim. Excluí a page. No outro dia criei a page novamente. #coisasdecamila!
Então comecei a gerar conteúdo, de forma tímida, devagarinho, e em segredo #pasmem! Ninguém sabia que eu tinha esses 2 canais, nem o maridão. Eu não contei porque confesso que fiquei com um pouco de vergonha, e um pouco de receio com a reação dos familiares. Coisas do tipo: “áh, um blog? mas ‘praquê’ isso?” eu não estava preparada para ouvir, então por um bom tempo mantive segredo.
Os meses foram passando e ficando um pouco menos turbulentos, e eu fui aumentando conteúdo. E foi indo, foi indo… e hoje temos esse pequeno espaço para conversarmos.

Como o princípio de todo blog, este relata acima de tudo experiências pessoais (minhas), e foi delas que criei o termo (e a categoria) Mães de verdade. Mas porque Mães de verdade? Porque aqui nós não somos do comercial de margarina! Aqui nós erramos, aqui nós choramos, aqui nós damos piti… aqui é vida real, adrenalina de mãe correndo na veia! Dividi a categoria em Desabafos de Mãe e Relatos de Mãe, onde os próprios nomes falam por si. Essa categoria dará espaço para relatos (e desabafos) de outras mães no futuro. #fiquemligadas

Sempre que possível trago informações de cunho médico e legal, assuntos sérios, importantes e que devem ser falados. Esses assuntos são colocados na categoria Papo Sério. Não sei de onde tirei isso… simplesmente fui postar um assunto no Face e usei a Tag #paposério e daí ela surgiu e decidi torna-la uma categoria do Blog.

Para ajudar as outras mamães decidi fazer resenha dos produtos que uso aqui em casa, e criei a categoria Eu Testei. Muitas vezes queremos comprar alguma coisa e ficamos na dúvida: será que é bom? será que dura? será que funciona como o fabricante fala? Então essas resenhas nos Blogs ajudam um monte, e tudo o que eu quero á ajudar :). Essa categoria é dividida em Acessórios, Produtos e Fraldas. *Minhas resenhas não são pagas. Faço todas com itens que eu compro.

A categoria Dicas&Truques está em construção, mas é onde coloco coisinhas para facilitar a vida das mães em diversos sentidos: vai de dicas pra casa à dicas de beleza, além é claro, das dicas para o bebê. Só coisas simples, práticas e úteis… pra facilitar a vida mesmo.

Por último tenho a categoria News, que são as últimas novidades do mundo da maternidade que eu trago para atualizar as Mommy’s de plantão.

Tenho isso aqui como um espaço de acolhimento, de informação, de diversão, de troca de experiências, quase uma roda de proza (alguém traz a viola por favor!). Eu criei esses espaços por que assim como eu me sentia sozinha e perdida pode ter outras mães que passam por isso. Em algum lugar por aí pode ter alguma mãe passando pelo puerpério sem saber o que é, pode ter alguma mãe que não está conseguindo amamentar, pode ter alguma mãe pensando que não é boa mãe porque ela não está ‘dando conta de tudo’, pode ter alguma mãe querendo ficar 5 minutos sozinha e se sentindo mau por isso… Se meu espaço servir de acolhimento para pelo menos uma dessas mães, já estou imensamente feliz!
Aqui nesse espaço eu prezo muito pelo respeito e pelo amor ao próximo. Ideias contrárias são e sempre serão bem vindas, mas agressões, brigas, insultos, ofensas e coisas do tipo não são aceitas. Esse espaço não foi criado pra isso e aqui sentimentos ruins realmente não têm e não terão lugar… nunca!

Eu espero que gostem, espero que participem. Eu sempre farei de tudo para ser um lugar aconchegante para todas!

camila vidal

midias sociais

Crianças terão de ir à escola a partir do 4 anos de idade.

escola

As crianças brasileiras devem ser matriculadas na educação básica a partir dos quatro anos de idade. Para atender essa obrigatoriedade — a matrícula cabe aos pais e responsáveis —, as redes municipais e estaduais de ensino têm até 2016 para se adequar e acolher alunos de 4 a 17 anos. O fornecimento de transporte, alimentação e material didático também será estendido a todas as etapas da educação básica.

As novas normas foram estabelecidas pela Lei nº 12.796, do dia 4 último, sancionada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira, 5. O novo documento ajusta a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) à Emenda Constitucional nº 59, de 11 de novembro de 2009, que torna obrigatória a oferta gratuita de educação básica a partir dos 4 anos de idade.

A Lei nº 12.796/2013 também estabelece que a educação infantil — contempla crianças de 4 e 5 anos na pré-escola — será organizada com carga horária mínima anual de 800 horas, distribuída por no mínimo 200 dias letivos. O atendimento à criança deve ser, no mínimo, de quatro horas diárias para o turno parcial e de sete para a jornada integral. A norma já valia para o ensino fundamental e médio.

As alterações na Lei de Diretrizes e Bases também englobam educação especial. De acordo com a Lei nº 12.796/2013, entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. O texto também garante que o Poder Público adotará como alternativa preferencial a ampliação do atendimento aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na própria rede pública.

Houve ainda a inclusão, na Lei de Diretrizes e Bases, de dispositivo segundo o qual o ensino será ministrado, entre outros itens, em consideração com a diversidade étnico-racial.
Fonte Portal Mec (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18563:matricula-de-criancas-a-partir-de-quatro-anos-sera-obrigatoria-em-2016-&catid=211&Itemid=86)

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