Arquivo mensal: junho 2015

Eu testei! Fralda Huggies Supreme Care Meninos

Oi gurias, tudo bem?
Hoje vou falar um pouco da fralda Huggies Supreme Care para meninos.
Pois bem, quero começar dizendo que eu AMO as fraldas da Huggies! Já usei a Conforto Dia e noite e a Supreme Care Meninos e posso dizer que ambas são bem parecidas: ambas têm um poder de absorção incrível (aqui pelo menos segura a noite toda sem problema nenhum). Ambas são bem ajustáveis ao corpo do bebê: as abas laterais são estilo ‘centopeia’, ou seja: elas são elásticas e isso faz com que fiquem bem certinhas no corpo do bebê e também faz com que essa parte não embole como acontece com outras fraldas; elas tem elástico na cintura na parte de trás e também tem abas auxiliares na frente, ou seja, elas são tudo de bom!
O que difere a ‘ Conforto Dia e Noite’ da ‘Supreme Care meninos’ é a concentração da faixa de absorção, que na Meninos se concentra na parte da frente que é justamente onde se concentra o xixi dos ‘guris’. (existe também a versão meninas, que a faixa se concentra mais na parte de trás). Continuar lendo

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Mudança -boa- nos rótulos dos Alimentos! #poenorotulo

poenorotulo
Oi pessoal, temos uma mudança muito boa acontecendo! Agora os rótulos dos produtos devem conter informações sobre os principais alimentos alergênicos que eles possam conter.
Gente, isso é muito, mas muito importante! Só quem passou por uma dieta restritiva sabe o quão difícil é (ou era) obter essas informações, por que nem tudo está no rótulo dos alimentos. Existem muitas coisas ocultas que as pessoas ‘se quebravam’ para descobrir. Tem também a questão do ‘traço’ do alimento. No caso da APLV, além de não comer leite e derivados os alérgicos graves não podem comer nada que tenha traços de leite, ou seja: se um produto foi fabricado ou manuseado em um equipamento que um outro produto com leite passou antes, esse produto pode conter traços de leite, então, esse alimento o alergico não pode ingerir também! Isso era oculto em muitos produtos e agora não vai mais acontecer! #vamoscomemorar
Agora essas informações serão escritas de forma clara e destacada nos rótulos dos alimentos. As empresas tem 12 meses para se adequarem.
Eu precisei fazer dieta restritiva enquanto amamentava Gael e era o maior sufoco para decifrar algumas coisas, então na duvida eu nem comia! Tendo vivido na pele essa dificuldade eu super comemorei essa nova medida e acho que isso será muito bom, vai facilitar muito a vida dos alérgicos e de suas famílias.

Leiam a matéria. Continuar lendo

Meu filho ficou trancado no carro!

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Era uma manhã de Sábado, eu tinha que ir à PoA então pedi para o marido me levar de carro até a estação para pegar o trem.
Me arrumei, arrumei Gael, e o marido o pegou e foi arrumando ele no carro. Depois de acomodar o Gael ele aproveitou para dar uma limpadinha nos vidros, pois os mesmos estavam empoeirados e com a neblina da manhã virou uma meleca.
Eu vim dentro de casa pegar meu casaco e minha bolsa, e quando estava indo pra rua ouvi um ‘tlick’. Então parei! Fiquei estática no meio da sala e pensei: ‘não! Não pode ser verdade’.
Dois segundo depois ouço o marido: ‘Ai Meu Deus, o que foi que eu fiz’.
Saí correndo pra rua e o que eu tinha imaginado havia acontecido: o carro estava trancado com Gael e a chave dentro! #semchavereserva
O marido estava louco, se batendo de um lado pro outro sem saber o que fazer, falando ‘meu Deus o que foi que eu fiz?’ , ‘e agora?’…
Eu, na condição de Mãe e pessoa menos apavorada no momento me pus a pensar: Bom, não tem sol ali, não está quente, portanto Gael não corre nenhum risco imediato, então temos tempo para agir.
Adriano (maridão) estava muito nervoso e preocupado, então eu o acalmei usando os argumentos citados acima e então começamos a agir. Testamos o porta malas, testamos as portas e todas as aberturas possíveis, e obviamente nada abria. Quando de repente percebi que o vidro de trás estava 1 dedo aberto, então começamos forçar para ver se ele baixava mais, pelo menos até caber um braço para abrir a porta.
Enquanto eu estava ali tentando baixar o vidro ‘na marra’ o marido foi pedir ajuda para o vizinho, e ver se ele tinha numero de algum chaveiro (aqui eu já tinha ligado pra minha irmã umas 3 vezes para ver se ela sabia de algum chaveiro também). O vizinho tinha o numero de um, ligamos mas ele não poderia vir de imediato.
Esse vizinho é super prestativo e vendo a situação veio com tudo para nos ajudar a abrir o carro. Insistimos na questão do vidro,  mas o danado não baixou quase nada.
Gael que até então estava calmo e nem tinha percebido que estava trancado sozinho dentro do carro, vendo aquele tumulto começou a chorar, chorar e chorar.
Nessa hora a mãe onça, mãe leoa começou a aparecer! Quando vi meu filho chorando desesperado dentro do carro comecei a xingar o marido: o que tu fez? Como tu fez isso? Olha o que tu fez… e comecei a chorar também. Eu chorava e tremia desesperadamente de tão nervosa que fiquei ao ver meu filho chorar e não conseguir fazer nada daquele momento.
Então o marido pediu pra eu ir pegar o martelo para quebrarmos o vidro.
O vizinho sugeriu que tentássemos arrombar a porta, porque certamente sairia mais barato do que a colocação de um vidro novo. Quando eles estavam quase abrindo a porta o vidro estourou, então terminamos de quebra-lo e resgatamos o Gael. \o/\o/

Pra vocês entenderem o rolo: o carro tem travas elétricas. Quando o marido girou a chave para acionar os limpadores as travas acionaram, ou seja, o carro trancou. Mas como ele deixou a porta da frente aberta (enquanto limpava o vidro de trás) as travas se abriram. Até aí tudo bem: porta aberta e travas abertas. Maaaassssssssss quando foi limpar o vidro da frente, ele passou pela porta que estava aberta e faz o que no impulso? o que? o que? o que? ‘kapuuum’ empurrou a porta para fecha-la! E porta fechada=travas acionadas= carro trancado!

Daí vocês dizem: mas por que não quebrou logo o vidro de uma vez? Pois é né gente, o vidro de um carro não é nada barato e como tínhamos um tempinho, fomos tentando outras possibilidades, até por que como falei acima: Gael não estava correndo risco, e apesar de estarmos nervosos tínhamos o controle da situação (afinal, o martelo já estava a postos para quebrar o vidro!).
Esse rolo todo aí: chama vizinho, pega martelo, liga pra irmã (sim eu liguei pra ela), liga pro chaveiro, tenta abrir o vidro na mão, tenta arrombar porta e quebra o vidro não durou nem 15 minutos!!!!! Parece demorado, mas não foi.

Do momento que Gael começou a chorar até quebrarmos o vidro não demorou nem 3 minutos, mas foram 3 minutos muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito longos. Eu falava com ele pelo vidro tentava acalmá-lo mas pouco adiantava… ele se acalmava e voltava a chorar. Aquela sensação de impotência eu jamais vou esquecer.
Eu sabia que estava tudo bem e que ele estava chorando porque estava assustado com a movimentação, eu sabia que o carro estava sendo aberto e que eu já ia pega-lo, eu sabia que estávamos no controle, mas mesmo assim eu tinha necessidade de pega-lo imediatamente.
Eu não sei se conseguirei explicar… mas o que sentia era uma coisa muito forte dentro de mim, um instinto louco, aquela coisa selvagem mesmo, tipo leoa querendo proteger a cria, sabe?! Eu sinto que se eu tivesse que virar o carro com os meus próprios braços para tira-lo dali eu teria feito, ou pelo menos teria morrido tentando.
Nesse dia eu pude entender o que as pessoas falavam sobre fazer tudo pelos filhos, por que quando vivemos uma situação dessas a gente sente que pode fazer tudo mesmo. Não há limites… é uma coisa absurda! É mais um daqueles clichês que se tornam verdade depois que nos tornamos mãe.

Depois que tudo se acalmou o marido pegou o Gael o abraçou bem forte, pediu desculpas, chorou… e nunca mais colocou o guri no carro! É sério, agora sempre que saímos eu que tenho que arrumar ele no carro porque o marido não faz mais de jeito nenhum. kkkkkkkkk  #maridotraumatizado #eutenho

Hoje nós rimos com tudo isso e a família até tira sarro de nós por causa dessa estória. Mas no dia foi desesperador, foram 15 minutos de adrenalina pura aqui no pátio de casa!
Obvio que dessa situação tiramos várias lições e somos bem mais atentos. Por que é aquela máxima: “nunca acontece… até acontecer”

camila vidal

 

veículos escolares serão obrigados a transportar crianças em cadeirinhas.

cadeirinha

Oi pessoal,
Nesta quarta-feira (17), uma reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou que veículos escolares sejam obrigados a transportar crianças de até 7 anos e meio em cadeirinhas.
Esses dispositivos são exigidos em carros de passeio desde 2010, quando foi aprovada uma lei que estipula que bebês de até 1 ano sejam transportados em bebê-conforto, crianças de 1 a 4 anos em cadeirinhas e de 4 a 7 anos e meio em boosters, aqueles assentos que ajudam a criança a ficar mais alta no banco. Mesmo que depois de 7 anos e meio a criança não precise mais dos dispositivos de segurança, até os 10 anos ela só pode ser transportada no banco traseiro, com cinto de segurança.

No primeiro ano após a lei da cadeirinha ter entrado em vigor, uma pesquisa do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, constatou que houve uma redução de 23% nas mortes de crianças menores de 10 anos em acidentes de carro. Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado no periódico Pediatrics constatou que o uso do bebê-conforto reduziu em 71% o número de mortes de crianças menores de 1 ano e o da cadeirinha diminuiu em 54% óbitos de crianças de 1 a 4 anos em acidentes de trânsito.

Eu adorei essa nova medida, pois a segurança dos nossos filhos deve ser prioridade 0 sempre! Agora é só aguardar quando sairá a resolução que determinará a partir de quando essa nova regra entra em vigor, espero que seja logo.  Hoje, a multa para quem descumpre a lei é de R$ 194,54.

 

Abraços,
Camila Vidal

 

(fonte: revista crescer)

10 mulheres, 10 barrigas, 10 estórias!

Há tempos eu estou fazendo um post sobre o corpo após a gestação mas ainda não o terminei. Então, enquanto não trago meu relato, deixo comm vocês o Post abaixo que encontrei e achei super verdadeiro e emocionante. por que mesmo julgamos as pessoas pela ‘casca’?

Presumimos muitas coisas sobre as pessoas, e especialmente sobre seus corpos. Talvez pareça mais razoável, por alguma razão, fazer suposições sobre coisas que são visíveis.

Fazemos suposições sobre as pessoas com base em raça, religião, sexo e gênero. Supomos que, se uma pessoa é gorda, ela deve ser doentia. Se é magra, deve ser saudável. Se não tem filhos, é porque não deve querer filhos. Se tem 19 filhos, deve ser estúpida. Se a pessoa é uma mãe ou um pai que cuida dos filhos em casa, ela deve amar seus filhos. Se ela tem uma carreira profissional, deve ser egoísta.

Vou compartilhar algumas barrigas – várias. Você não sabe nada sobre essas barrigas nem sobre as cabeças ligadas a elas (a não ser que uma delas seja a sua – se for esse o caso, obrigada!). Essas mulheres são minhas amigas, são minha aldeia, e elas se dispuseram a compartilhar suas histórias para que você possa lhes dar o respeito devido. Continuar lendo

A Bárbie mudou, e desceu do salto!!!

Gurias, eu amo Barbie!
Podem me criticar à vontade se quiserem, mas eu acho elas demais e se eu tivesse filha menina certamente compraria Barbie para ela #prontofalei!
Se eu já gostava antes, ela sendo do jeito que é: um padrão de beleza que praticamente não existe, uma perfeição irreal, inatingível… imagina agora, que elas estão mais ‘humanas’! #partiucompraruma

A coleção Barbies Fashionistas traz bonecas com 8 tons de pele, 14 rostos, 18 cores de olhos e 23 cabelos diferentes (com novas cores, formatos e texturas), e #pasmem…. Barbie desceu do salto! Verdade, as novas bonecas vêm com uma articulação no tornozelo que permite a boneca usar sapatilhas, tênis, botas… tudo sem salto! Não é tudo de lindo gentii? Fala sério… eu adorei!
Que bom que a Mattel tomou a decisão de reformular a boneca, apesar de ser uma eterna amante da Bárbie, eu sei os ‘defeitos’ que esse modelo tem, e o impacto que essa beleza inatingível pode causar nas meninas. Por isso repito: eu amei a reformulação…
Espiem como ficou bacana!

 

 

 

Olha elas aí...Lindasss!!!

Olha elas aí…Lindasss!!!

E aí gurias, o que acharam da mudança?

 

Abraços
Camila Vidal

Receita muuuuito fácil: Bolo de Nata!

Gurias, tem dias que a correria é tanta que só respiramos por que é automatico, né?
Então hoje uma dica especial pra nós que não paramos -quase- nunca.

Abaixo coloco uma receita de bolo de Nata (creme de leite fresco). Ela é muito pratica por que você não precisa ficar de mimimi em cima dos ingredientes (rsrrsr). Joga quase todos os ingredientes na batedeira (menos o fermento), depois coloca pra assar. O bolo fica fofinho, gostoso, macio… aqueles que a gente tem vontade comer tudo de uma vez só!

Ingredientes:

  • 1 xícara de nata
  • 4 ovos
  • 1 xícara de maizena
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de leite
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó. (tipo royal).
    Bata todos os ingredientes na batedeira, menos o fermento, até a massa ficar bem clarinha.
    Misture o fermento, sem bater.
    Coloque para assar em uma forma retangular por uns 40 minutos aproximadamente.
    Eu falei que era fácil!! Ah, quem quiser pode incrementar com cobertura de chocolate… fica uma delicia também!
    Se fizerem, venham me contar depois 😉
Olhem como fica lindo!!

Olhem como fica lindo!!

Bjim
Cam

Sair sem o filho, por que não?

sair sem

Preciso começar esse post fazendo uma retrospectiva…

Eu já contei aqui que meus dias de puérpera não foram nada fáceis. Eu fiquei meses sem sair de casa! Eu só saía de casa para coisas extremamente necessárias: pediatra, médico e mercado. Só. Tinha dias que eu não ia nem no pátio de casa, aliás, tinha dias que eu nem abria a janela de casa, é sério gurias, eu não estou exagerando… o maridão já estava preocupado comigo.

A primeira vez que eu ‘descolei’ do Gael ele tinha 5 meses. Tive que ir à PoA fazer minha rescisão, então depois de muito pensar achei melhor não leva-lo. Andar de trem, de ônibus e esperar sabe-se Deus quanto tempo para ser atendida não seria bom nem pra mim (que ficaria uma pilha de nervos), nem pra ele, aliás, muito menos pra ele. Então minha irmã veio e ficou com ele aqui em casa.

Sabe a expressão: ‘me senti nua’. Pois é… foi assim! Me senti nua, aliás, eu me senti muito estranha… parece que estava faltando um pedaço de mim. Seria um braço? Uma mão? Uma perna? Não… estava faltando Gael.
Me senti horrível por deixa-lo, mas ao mesmo tempo eu pensei: será que não estou exagerando?  Será que essa necessidade de te-lo sempre junto é saudável? Ou melhor, até que ponto isso é saudável pra mim e pra ele?  Fiquei um tempo pensando nisso, mas depois passou.

Quando comecei a ir toda semana na empresa foi outro choque de realidade. Era necessário essa separação, eu precisava sair e deixa-lo, e isso não era opcional! A menos que eu saísse do emprego, o que não é uma opção.  Agora já estou me acostumando com a ideia, mas no inicio não foi fácil. Continuar lendo

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